quinta-feira, 31 de março de 2011

Papel de mãe no namoro


Encontrar o ponto de equilíbrio da relação a dois não é tarefa fácil. Saber quando cobrar, ou dar uma folga ao amado, então, é uma verdadeira arte. Há mulheres, que mesmo não sendo mães, não conseguem deixar o instinto materno de lado e acabam exagerando nos cuidados com o rapaz.
Algumas características apontam um comportamento de risco. A psicóloga Suara Bastos ministra palestras sobre o tema e lista as maiores características dessa mulher: "Medo de se expor, dificuldades em defender seu ponto de vista e em dizer ‘não’, preocupação excessiva com a opinião alheia, necessidade de agradar a todos e a fantasia de que deve ser perfeita em tudo o que fizer , fazem parte do imaginário da mulher ‘boazinha’".
Segundo a psicóloga, estas atitudes são típicas de mulheres que ainda não conseguiram avaliar o que este comportamento pode estar causando para si mesma e para seu relacionamento. "Primeiramente é importante que esta mulher reflita sobre o que a faz agir desta maneira e se esta atitude é satisfatória para ela também", explica Suara. A psicóloga ainda afirma: "Estes comportamentos podem esconder sentimentos de culpa, de inadequação, e muita insatisfação pessoal".
Não pense que todas as mulheres já nascem "superprotetoras". Mulheres confiantes e independentes podem, de repente, se verem passivas e submissas. "Isto, porém, não acontece da noite para o dia, é um processo em que uma série de situações pode levar à perda ou à diminuição da autoconfiança", revela a psicóloga. Não há motivo para pânico, esse é um processo que pode ser revertido.
Para virar o jogo e deixar de se comportar como "mãe" do rapaz é preciso esforço. "Toda transformação pode ser complicada, pois exige que se saia da zona de conforto, A mudança deve começar com o reconhecimento do próprio Eu, porém esta pode não ser uma tarefa fácil", elucida Suara. Faz parte deste processo entender quais foram os motivos que desencadearam a insegurança. "Em alguns casos pode ser necessário e aconselhável um acompanhamento profissional", recomenda a psicóloga.
Que os homens devem adorar não serem contrariados e ter alguém pronto para servi-los, ninguém discute. Mas será que esta atitude não satura? Suara revela: "Já ouvi relatos de homens que preferem a mulher mais passiva e submissa, por serem, segundo eles, mais ‘fáceis de lidar’". Mas não há motivos para desespero, esse pensamento não predomina no universo masculino. "De modo geral os homens preferem mulheres mais assertivas e autoconfiantes, pois contribuem mais para o crescimento e amadurecimento da relação", complementa a psicóloga.

A difícil escolha dos padrinhos de casamento



Quando o casal decide que é hora de trocar as alianças, uma série de tarefas começa a fazer parte do dia a dia dos noivos. Definir a data do casamento, local da cerimônia e da recepção, trajes, alianças, decoração, fotografia...

Parece que a lista de obrigações não tem fim. Mas outra parte muito importante dos preparativos é a escolha dos padrinhos. Essas pessoas que dividirão o altar com os noivos precisam ser definidas com calma e sabedoria, uma vez que farão parte da vida do novo casal não somente no grande dia, mas também no cotidiano.
A consultora de eventos sociais e especialista em casamentos, Rose Ogata, garante que a escolha dos padrinhos de casamento é algo muito pessoal. Entretanto, lembra que o critério não deve ser econômico e sim afetivo: "Essas pessoas devem ser definidas por amizade e não simplesmente para ganhar bons presentes. Cada padrinho vai homenagear os noivos dentro de suas posses", conta. "Por este motivo não é correto pedir presentes ou dinheiro a eles. Espere que os casais escolhidos tomem a iniciativa de perguntar como pode contribuir", completa.
Segundo Rose o ideal é que se convidem dois ou três casais de padrinhos por noivo. E ao contrário do que se pensa, a presença de parentes no altar não é obrigatória. "A família já terá seu papel de importância neste evento. Além disso, existe o fato de que se o noivo levar um primo e deixar o outro, pode haver uma saia justa, provocando até mágoas entre os entes queridos", ressalta.
A consultora aproveita para esclarecer uma dúvida relacionada à etiqueta: às vezes, os noivos querem convidar um amigo, cuja parceira é desconhecida ou sem vínculo com eles. Neste caso, não há problemas em chamar somente o amigo. "Não existe nada que obrigue os noivos a convidarem um casal. A mulher pode ser chamada também somente se for grande amiga deles. Isso porque a duração do relacionamento deste padrinho não é garantida. Imagine se depois os noivos perderem o contato com essa madrinha?", lembra.
Em caso de emergência - padrinho ou madrinha não comparecer ou não chegar a tempo da cerimônia -, o melhor é chamar pessoas da própria família, como irmãos, primos e tios, pois, neste caso, haverá uma compreensão maior da situação.
O convite para os padrinhos deve ser feito com pelo menos seis meses de antecedência. E é essencial que os noivos conversem com os escolhidos pessoalmente, a menos que eles morem em outro país ou estado. "Se possível, o casal deve também entregar convites diferenciados para essas pessoas, de preferência em embalagens especiais, como, por exemplo, dentro de caixas acompanhadas de amêndoas ou outro tipo de mimo", diz Rose. "As lembrancinhas dadas no dia do casamento não devem ser as mesmas distribuídas aos demais convidados".
Escolher os padrinhos para um dos dias mais importantes na vida de um casal não é tarefa fácil. Afinal de contas, essas pessoas passarão terão um papel fundamental na vida dos noivos, ajudando nos preparativos e acompanhando de perto o desenrolar do novo casal. "Por isso, o importante na escolha é, como já dito, o fator da afetividade. Padrinhos devem ser convidados não só para partilhar esse momento incrível e inesquecível, mas sim vivê-lo no cotidiano, dando apoio e suporte. São companheiros para toda a vida", finaliza Rose.

Frente parlamentar pró casamento gay


Será lançada hoje uma frente parlamentar que lutará para aprovar a união civil entre homossexuais aqui no Brasil. A Frente Parlamentar Mista para a Comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) será integrada por 171 senadores e deputados de diferentes partidos e defenderá a união civil de homossexuais através da apresentação de uma emenda constitucional.

Além disso, a iniciativa quer resgatar um projeto de lei arquivado pelo Congresso na legislatura passada que criminaliza a homofobia e luta pela igualdade de direitos entre as pessoas, independentemente de sua orientação e identidade sexual.
O dirigente socialista espanhol Pedro Zerolo e a deputada federal argentina Vilma Ibarra estarão no Congresso brasileiro para o lançamento da frente parlamentar. Os dois são fortes defensores da causa homossexual em seus países e vieram para manifestar seu apoio ao deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), promotor da iniciativa, após as ameaças de morte que recebeu nas últimas semanas pela internet por conta do projeto.

Preliminares segundo o Kama Sutra


O Kama Sutra foi escrito entre os anos de 100 e 400 d.c.por Vatsyayana para aperfeiçoar a habilidade sexual. Naquela época esperava que as pessoas se dedicassem sua vida a conquista das seguintes metas: Dharma-Aquicisão de mérito religioso; Artha-Aquisição de riqueza e Kama-Aquisição de amor ou prazer sexual.
Se pensamos bem hoje em dia não é muito diferente. Principalmente quando o assunto é amor, relacionamento. O Kama Sutra não se restringe apenas a posições sexuais, ele vai muito mais alem. A começar por querer fazer do sexo uma experiência completa para o corpo, ou seja, todo o corpo é importante no ato sexual, não só os genitais.
O Kama Sutra também compreendia claramente a necessidade do cuidado com a higiene corporal. Preparar o corpo com banhos, óleos e perfume antes de fazer amor. Por isso banhar um ao outro pode se tornar bastante excitante, um momento único. Comece preparando o ambiente: deixe o banheiro com uma iluminação branda, você ode colocar velas em tons de vermelho e laranja e uma música gostosa. Se você tiver em uma banheira coloque sais, petálas de rosas.
Toque o corpo do seu parceiro ou parceira lentamente, sentindo cada parte do corpo dele ou dela. Use a esponja vibratória nas costa para causar uma sensação gostosa de relaxamento. A banheira ou o boxe podem ser locais bastante excitantes para fazer amor. Embora o mundo tenha mudado bastante desde que o Kama Sutra foi escrito por Vatsyayana, ao se preparar para o amor ainda vale a pena levar em consideração seu conselho.
Preparar o ambiente onde se vai fazer amor é tão importante quanto preparar o seu corpo. Certifique que a temperatura do ambiente é agradável, evite interrupções desagradáveis, desligando o celular. Perfume o quarto, use óleos próprios para passar na pele na hora do toque.

Vatsyayana recomenda que o quarto do casal deve conter um leito macio, agradável a vista. Portanto crie um cenário fantástico para você e seu amor, mesmo que seja apenas para dormir abraçadinhos.
Beijos
Fátima Mourah é "Personal Sex", professora de artes sensuais e autora dos livros "Sexo pra mulheres casadas" e "Sexo, amor e sedução". Dá palestras e cursos de striptease, pompoarismo, pole dancing, como atingir o orgasmo e massagem erótica.

Vamos falar de sexo?


Conversar sobre sexo não é uma prática tão comum assim entre os casais brasileiros. Assim como certas pessoas encontram dificuldades na hora de verbalizar sentimentos, há quem fique bem corado quando o tema do diálogo é desempenho sexual.

Este obstáculo que impede muitos casais de levarem uma vida sexual satisfatória foi estudado pelo instituto Tendencias Digitales. A pesquisa realizada com 13 mil homens e mulheres de 11 países da América Latina constatou que menos da metade dos casais têm coragem de bater um papo sério sobre sexo. E só aqui no Brasil, 58% dos entrevistados disseram ter esse problema.
Na opinião da psicóloga, sexóloga e coordenadora do Projeto AmbSex, Carla Cecarello, os casais não abordam este assunto por medo de magoar o parceiro. "A mulher, ao manifestar o que não gosta ou o que gostaria que o outro fizesse, dá a entender que ela não está feliz com a vida sexual que está levando", explica.
Por outro lado, são elas que lotam os sex shops atrás de novidades para apimentar a relação. "Isso chega a ser um pouco contraditório, mas são momentos diferentes. Como dialogar é difícil, a mulher prefere comprar algum ‘adereço’ para que o parceiro possa entender o que ela quer", comenta Carla.
A sexóloga conta também que o homem nem sempre tem tempo ou paciência para ouvir a parceira. Desse modo, o ‘brinquedo’ facilita a comunicação verbal. "Ela pode comprar o objeto e depois faz uma sondagem, procura saber o que ele achou e se há chance de dar continuidade. Ou seja, ela mesma cria a oportunidade de mostrar o que gosta de fazer".
O estudo revelou ainda um dado alarmante: das quase 5.000 mulheres solteiras e casadas entrevistadas, 81% delas afirmaram praticar sexo casual para descobrir a própria sexualidade. Carla se mostra impressionada com o fato. "A mulher só vai fazer este tipo de descoberta quando começa a tocar o próprio corpo. Só assim vai conhecer as sensações que mais gosta e como gosta de ser tocada. Sair de um relacionamento e entrar em outro não vai ajudar a resolver a situação", afirma.
Avaliando as pessoas que passam pelo seu consultório, Carla garante que a mulher raramente reclama da posição sexual adotada, a menos que não goste. O que ela tem mesmo vergonha de pedir é um pouco mais de romantismo por parte do parceiro. "Ela gosta que o homem prepare o ambiente, que proporcione um clima mais especial, sabe? Como uma penumbra, vela, música, uma roupa. Outro pedido é que o homem capriche e demore um pouco mais nas preliminares, por meio de toques e da fala", revela.
Mas, infelizmente, na maioria dos casos, Carla conta que os parceiros preferem permanecer frustrados. E quando decidem dialogar, o conteúdo da conversa costuma ser bastante pobre. "Os mais jovens apresentam mais abertura para debater sobre sexo. Já os que têm mais tempo de relacionamento se acomodam, acham que a companhia do outro é o bastante", critica.
Os casais que procuram pelas orientações de Carla são convidados a participar de jogos. A sexóloga propõe diferentes situações, como se fossem tarefas. E na sessão seguinte, todos se sentam para conversar sobre a atividade e apontar a parte da tarefa que mais gostou. "Por meio dessas iniciativas, o diálogo passa a ser um hábito", conta.
Para quem quer motivar o diálogo sem sair de casa, Carla dá as dias: "Leiam juntos uma revista erótica, façam brincadeiras para descontrair, peguem um filme para assistir juntinho - não necessariamente um pornô, mas que aborde a sexualidade - ou ainda um programa que fale sobre o tema. Depois discutam sobre o que viram." 
A sexóloga finaliza com um comentário: "Acho engraçado os casais não sentirem vergonha na hora de tirarem a roupa, mas terem dificuldade para verbalizar o que sentem. Sem roupa, ficamos muito mais expostos!". E lembra: "O diálogo é importante em um relacionamento e o empobrecimento dele é a principal causa das dificuldades sexuais nos relacionamentos."

Deixe os homens aos seus pés



Depois de se rastejar pelo músico Maurício, na 11ª edição do BBB11, suplicando carinho e atenção, Maria decidiu mudar de atitude. Mas isso não aconteceu de uma hora para outra não! A atriz que agora é milionária e se aconchegou nos braços do fortão Wesley precisou de uma ajudinha para perceber que mendigar não está com nada.

E essa "mãozinha milagrosa" Maria encontrou no livro "Deixe os Homens Aos Seus Pés", escrito pela empresária Marie Forleo. O guia de autoajuda ultrapassa a linha dos relacionamentos amorosos e dá conselhos para as mulheres que querem se sentir poderosas em todos os campos de suas vidas, parando de dar valor aos seus pontos fracos.
O que mais irritava as colegas de confinamento de Maria é que ela se esquecia dela mesma na hora de correr atrás do músico Mau Mau. Em vez de se tornar irresistível por ser por ter a autoestima lá em cima e passar a imagem de que ela não dependia de homem nenhum para viver, ela depositava no pobre rapaz todas as suas expectativas de felicidade, o que era inaceitável.
Marie acredita que a mulher atual está tão preocupada em se tornar igual ao homem que esquece que possui qualidades únicas. Segundo a autora, temos os dons da compaixão e da ternura. Não temos medo de falar nossas verdades e vemos as pessoas como elas realmente são. "embora nos esforcemos para ter roupas e cabelo bonito e um corpo em forma, o que realmente queremos é saber se alguém nos ama, assim o resto fica tudo bem", escreve.
A empresária garante que, quando a mulher literalmente desencana e aceita que está tudo bem, deixa exalar sua "irresistibilidade". E sabe quem pode bloquear este processo? A mente! "Ela gosta de apontar os seus erros e lembrar o quanto você é má, sem atrativos, idiota, gorda, velha ou inconveniente".
Outro grande toque dado por Marie é convencer a leitora a aceitar a realidade das coisas e jogar fora de uma vez por todas as tais coincidências. Para a autora, tudo é como deveria ser. "Assumir a responsabilidade pela sua existência é o segredo para se tornar poderosa e ter magnetismo na vida.
Quer um exemplo? Você está no trânsito e tem duas opções: reclamar e se estressar ou aproveitar o momento ligando o rádio e colocando um CD com suas canções favoritas. E então, qual das duas opções você prefere?
No livro, a autora enumera cinco verdades que toda mulher precisa saber para ser irresistível. Anote:
1- Um relacionamento não salvará você. "Partir da ideia que um relacionamento (ou qualquer outra coisa) completa, salva, ou transforma magicamente a sua vida é uma receita infalível para se manter infeliz e sozinha", ensina.
2 - Relacionamentos são oportunidades espirituais para evolução pessoal e não uma troca de necessidades. "Não há uma chance melhor para descobrir sua capacidade de amor, perdão, compaixão, completa autoexpressão e grandeza pessoal", explica.
3 - O agora é tudo que sempre existe. "Em vez de curtir e aproveitar a minha vida exatamente como ela era, eu passava a maior parte do tempo reclamando, planejando, esquematizando, esperando e desejando que algum dia as coisas fossem diferentes", lembra Marie.
4 - Os homens não querem ser mudados. Portanto, "ame-os ou deixe-os". "Você se sentiria atraída por um homem que constantemente tenta mudar ou melhorar você? Alguém que fala para você perder um pouco de peso? Que gostaria que você falasse um pouco menos, mas cozinhasse e fizesse faxina?

5 - Se você quer garantias no amor, então você não quer amor. "A vida não nos dá garantias. Nós nunca saberemos o que virá pela frente, tudo que podemos fazer é aproveitar nossas vidas imediatamente, momento a momento, e dizer a nossa verdade conforme ela aparece".
Esses e outros toques para lá de didáticos podem ser encontrados no livro de Marie Forleo. Maria seguiu à risca as instruções e olha só onde ela está: nos braços do médico bonitão!