segunda-feira, 18 de abril de 2011

Necessidade básica


Tem gente que pensa que eu não faço mais nada da vida, só sexo. Ula-lá, quem me dera! Infelizmente, nosso sistema biológico tem outras necessidades básicas as quais não podemos negligenciar. Mas sim, eu acho que tudo gira em torno de sexo. E que ele está por trás de todas as outras questões de sobrevivência. Não penso que isso seja um problema, muito pelo contrário: o sexo nos transforma em seres humanos melhores. É por ele e com ele que deixamos de lado o egoísmo absoluto e pensamos no outro, nem que seja em usufruto próprio. A natureza não é perfeita.

Os homens, por exemplo, têm 20 vezes mais volume de testosterona, o hormônio que rege os impulsos sexuais, do que nós mulheres. É um dado estatístico. Ou seja, se você pensa em sexo uma vez por dia, eles pensam quase uma vez por hora. Tudo bem que nós pensamos neles uma vez a cada minuto, talvez seja por isso, sim, só pode ser por este motivo que não nos sobra tempo para pensar em mais nada. Eles focam em sexo; nós, em maneiras de atraí-los e satisfazê-los. A natureza é sábia.

Mulher não toma banho: se transforma. É um ritual de passagem delicioso, relaxante, revigorante, é um artifício que você usa para quê? Para modificar o seu cheiro pessoal e único e substituí-lo por outro que foi propagandeado como mais cheiroso e agradável para eles. A indústria de cosméticos gasta milhões em pesquisa para desenvolver perfumes que se assemelhem ao nosso cheiro natural e aticem os ferormônios. Pra quê? Não temos isso de graça? Tínhamos.

Estamos submersas em odores comprados. Talvez você não goste de lavanda, talvez menos ainda de rosa mosqueta. Mas passamos a acreditar que eles gostam. E sim, eles também passaram a acreditar nisso e nem sabem mais como é o cheiro verdadeiro de uma mulher. Espalhamos hidratante em cada milímetro das nossas curvas, acariciando a pele em movimentos circulares como num rito preparatório de endeusamento, de preferência na presença de um belo exemplar másculo, e exalamos um aroma de flor para quem? Eles nos querem flores, nós nos entregamos bouquet. Por quê? Sexo.

“Por que está cada vez mais raro encontrar um bom parceiro ou parceira, não para relacionamentos, mas para os jogos da cama?”

Atrair um homem requer sutileza. Sim, eu conheço a piadinha do "sutileza de um paquiderme". Estou falando de um homem de verdade, de pescar a essência dele, o olhar faminto, a narina pulsante, estou falando de cravar um anzol de aço na carne instintiva do macho que há nele, fazê-lo sentir-se bicho, primata, fazê-lo urrar por você, brigar por você, desejar você a partir das entranhas. Todas nós temos esse poder. E ele não está à venda nas vitrines. Está bem dentro de nós.

Um pavão não compra as suas belíssimas penas para encantar a sua fêmea. Ele usa as armas que tem. Nós estamos muito ligadas a artifícios exteriores e muito, muito pouco conectadas com nossa seiva-mulher. É claro que a moda e a maquiagem e todo o resto dos milhares de acessórios de beleza são invenções maravilhosamente importantes. Mas um importante que não deve ser imprescindível. Lembre-se, são acessórios. A essência está em você, a roupagem principal deve habitar em você. O que você tem vale mil vezes mais do que o que você pode comprar.

Sexo é muito mais do que um apanhado de regras e posições sexuais. Sexo é muito mais íntimo do que anda sendo. Por que está cada vez mais raro encontrar um bom parceiro ou parceira, não para relacionamentos, mas para os jogos da cama? Porque estamos massificados. Nossos cheiros, nossos paladares, nossos perfumes, até a nossa opinião sobre o que é belo ou feio é induzida. Nós nos desacostumamos a olhar para dentro e perguntar "Hei, mas o que eu penso sobre isso?". Nós nos desacostumamos a consultar os sentimentos, a nossa voz interior. Nossa intuição, então, é uma coitada relegada a último plano. Somos uma infinita reprodução de um ideal, de um estereótipo. E o que somos reflete na nossa entrega. O que somos atrai pares compatíveis. Como pode germinar um bom sexo num terreno de plástico? Adube-se. Revolva-se. Remexa-se. Repense as suas necessidades básicas. Repense-se.

O cheiro do sexo


Vamos combinar: a primeira pessoa que disse que "o que os olhos não vêem, o coração não sente", simplesmente não levou em conta o poder do cheiro. No BBB11, recentemente, Maria tirou a calcinha e provocou Maurício 'Mau Mau' sob o edredon. O moço ficou tão atordoado que precisou de um banho de água fria, literalmente, para se acalmar e resistir ao 'charme' da moça. Mais tarde confidenciou aos amigos: "Era um cheiro forte, cheiro de sexo!".

Apesar de valorizarmos a imagem mais que tudo, o odor natural da pele megadesperta o desejo e é um dos fatores principais para que a atração se estabeleça. O homem é o único animal que faz sexo para sentir prazer físico ou psicológico. É mais que uma questão de mera reprodução. A fêmea não precisa estar no cio e muito menos exalar feromônios para atrair a atenção do macho. Mesmo assim, na hora do sexo, o odor é um fator importante.

Ivan Avelino, 30 anos, analista de sistemas, acredita que cada pessoa deve aprender a conjugar o seu cheiro natural com o aroma do perfume. "Mesmo quando usam o mesmo produto, duas pessoas exalam odores diferentes", diz, comentando que uma essência bem escolhida pode contar muitos pontos. "Quando isso acontece, o cheiro não fica enjoativo e cria uma identidade que fica na sua cabeça: você sente no ar e já sabe que é aquela mulher".

Para Ivan, estar em sintonia com o perfume é ainda mais importante na hora do sexo: "Nesse momento você transpira mais, exala o odor natural do seu corpo. Quando a mulher está usando o perfume certo, a combinação é ótima. Além disso, não podemos esquecer do próprio cheiro do orgasmo".

Para o médico Carlos Mercês, um bom aroma excita e faz as pessoas ficarem mais abertas às emoções. Só que há um limite. "Incenso, vela aromática, isso tudo serve para preparar o clima. Mas na hora H, nada disso é necessário, porque você já está com a sua parceira. E o corpo dela tem um cheiro próprio, um quê de agridoce, que é delicioso e dispensa artifícios", confessa.

Íma natural

Carlos tem mesmo razão. Segundo o sexólogo Marcos Ribeiro, o cheiro natural é, por si só, um grande atrativo para o homem. Você deve estar se perguntando 'mas e aquele Channel nº 5?'. Sim, ele tem seu valor, mas por questões culturais. "Estamos numa sociedade que valoriza muito mais o cuidado da mulher que o do homem. Talvez, por isso, ela fique mais preocupada em se perfumar, como uma forma de atração para o outro", revela o sexólogo.

A funcionária pública Margareth Feital acredita que, até por uma questão hormonal, a mulher libera mais odor que o homem. "Quando começa a ficar úmida, preparada para o parceiro, ela naturalmente exala mais cheiro", diz, defendendo a tese de que toda mulher, além de se olhar no espelho, deve também se cheirar. "O cheiro do sexo tem que estar bom para atrair o parceiro e para gerar autoconfiança", acredita.

Sedução

Sofisticar o jogo de sedução com aromas e essências pode ser uma boa. Washington Luiz, estudante de Direito, já usou velas aromáticas e sais de banho para criar um clima especial. "Quando você usa esse tipo de artifício e dá tudo certo, você gera uma cumplicidade ainda maior", avalia o estudante. Mas a escolha dos cheiros que farão parte da 'cena' amorosa não podem ser excessivos. Luiz conta que uma namorada tinha o hábito de passar desodorante lá - é, lá mesmo onde você está pensando. "Era uma fragrância doce e forte, que ficava impregnada e minava o tesão. Péssimo pra fazer sexo oral", lembra.

Marcos Ribeiro comenta que os cheiros artificiais (como perfumes, cremes e xampus) indicam apenas higiene. O cheiro natural é que desempenha um papel decisivo no sexo. "É uma questão química: o odor natural da pele desperta o desejo e faz com que a atração se estabeleça", explica, acrescentando que o cheiro traduz a essência da pessoa e até um pouco da sua história ou identidade. "Quando uma pessoa sente um cheiro, a sua memória afetiva vai logo buscar quem ele faz lembrar. E assim vem à tona todos os momentos de prazer e felicidade", afirma.

E, felicidade e prazer, vamos combinar, é tudo o que a gente quer!

Ruim com ele, pior sem ele?


É fato: nenhum relacionamento é perfeito 24 horas por dia, 365 dias por ano. Todo mundo tem seus momentos de estresse, de saco cheio e intolerância aos defeitos do outro. Conviver com outra pessoa não é fácil, mas, quando existe amor, tudo isso não tem a menor importância. O problema começa quando esse amor vira dependência. Claro que é muito confortável viver com uma pessoa que a gente já conhece e que nos conhece até pelo lado avesso, não é? Mesmo que a relação não seja lá um modelo de perfeição, encontrar alguém que nos complete é como ganhar na loteria: são poucos os felizardos e é dificílimo querer abrir mão do prêmio. Por isso, para algumas pessoas, declarar independência após o final do relacionamento pode ser pra lá de complicado. Afinal, será que existirá alguém melhor que seu antigo amor?

Cá entre nós, não há como negar que em todo final de romance sempre resta uma pontinha de esperança. Não dá para apagar de vez da memória todos os bons momentos vividos juntos. E são eles que ficam na cabeça de quem não consegue engolir uma separação. Pelo menos é o que diz a professora Patrícia Furtado. "Meu namoro foi bastante tumultuado, pois meu ex era bastante ciumento. Acabada a relação, eu sentia falta da nossa rotina, das coisas que a gente costumava fazer junto. Como a separação foi amigável, propus que ficássemos amigos e continuássemos saindo juntos. Eu ainda o amava e o que eu mais queria era continuar perto dele. Era ótimo, mas, ao mesmo tempo, eu sofria muito, pois sabia que, a qualquer momento, ele poderia conhecer outra pessoa e me deixar de lado. Fiquei grudada  durante uns seis meses, morrendo de ciúmes de todas as mulheres que cruzavam o caminho dele, até que eu vi que não tinha mais chance de reatar e resolvi tocar minha vida", conta ela.

É, mas há também aquelas separações que mais complicam do que aliviam um relacionamento sofrido. Há um ano e meio, a estudante Catarina Souto decidiu que era hora de dar um basta no namoro com Marcelo, com quem ficou durante sete meses. Por causa do gênio forte dele e dos ciúmes dela, a relação já estava há muito tempo indo para o brejo, embora eles se amassem loucamente. “A gente brigava feito cão e gato, mas não conseguia viver longe um do outro. Só que a relação estava se desgastando, porque toda semana tinha um quebra-pau, pelos mais variados motivos. Aí, um dia, falei que queria terminar, pois não agüentava mais tanto estresse”, relembra ela. Mas quem disse que eles conseguiram se separar? “Ficamos três meses sem nos falarmos, até que um encontro numa festa fez a gente acabar ficando junto. O resultado é uma amizade colorida, que se estende até hoje, com várias idas e vindas. A gente já percebeu que namoro não dá certo, mas não consegue ficar longe um do outro”, conta ela.

Diferenças

Não há como negar que, com o passar do tempo, os relacionamentos vão tomando formas diversas. Há aqueles que nem começam super-apaixonados, mas que passam a ter mais carinho, ciúme ou paixão. Outros fazem o caminho inverso: começam no maior fogo e vão esfriando aos poucos. E tem aqueles que ficam estáveis e os parceiros acabam se sentindo mais amigos do que amantes. Quem consegue manter a chama acesa por anos a fio, passando por cima de todas as diferenças e conflitos, parece ser exceção. “O mais incrível é que, hoje em dia, alguns relacionamentos se tornam uma sociedade financeira. Os parceiros não podem se separar porque, caso isso aconteça, os dois perdem o status ou o nível econômico desejado. Por essa e por outras razões, muitas vezes duas pessoas preferem ficar juntas a viver separadas”, comenta a psicanalista Beth Valentim, autora do livro “Essa Tal Felicidade” (Editora Elevação).

Cada pessoa enfrenta de uma forma a percepção de que o amor acabou. As inseguras, segundo Beth Valentim, preferem continuar com o outro apenas para dizer que têm alguém ao seu lado. Preferem até continuar infelizes, pois não têm coragem de assumir a vida com a liberdade que pode alcançar, soltando as amarras de um relacionamento doente. O mesmo acontece quando um dos parceiros é apaixonado e o outro nem tanto, pois já sentiu o desgaste do tempo. Enquanto isso, quem ainda sente amor faz de tudo para ficar ao lado do parceiro. É o caso da designer Luciane S., que perdeu o rumo quando seu casamento, que durou quatro anos, chegou ao fim. “Eu era apaixonada por ele, mas ele adorava sair com outras mulheres enquanto estávamos juntos. Todo mundo chamando a minha atenção para as puladas de cerca dele, mas eu sempre perdoava, pois não queria perdê-lo. O fim do casamento me deixou maluca. Eu o seguia de carro, tentava encontrá-lo nos lugares que eu sabia que ele freqüentava, queria vê-lo a todo custo. Infernizei a vida dele, porque o queria muito de volta e achava que não conseguia viver sem ele. Ele, claro, me repelindo. Até eu me tocar de que estava fazendo mal a mim mesma, levou um bom tempo”, relembra.

Recomeçar

Dar a volta por cima após o rompimento não é tarefa fácil para quem tem amor demais pelo parceiro. “As pessoas gostam de viver juntas, em comunidade. Têm medo de viver sozinhas. Por instinto, elas não querem se separar. Ao contrário, querem permanecer juntas, mas não resolvem questões que as fazem sofrer, pois deixaram passar muito tempo e as mágoas estão profundas. A idéia de separação fere esse instinto básico e essas pessoas ficam muito sofridas”, comenta Beth Valentim. A professora Patrícia Furtado concorda. “No começo dói muito, mas depois que a gente acorda dessa loucura de querer permanecer no caminho do outro é que percebe que todo o tempo investido poderia ter sido aproveitado de outra forma, até mesmo abrindo caminho para outra pessoa”, observa.

Desenvolver a auto-estima é fundamental para se livrar da dependência de um relacionamento falido. Por isso, nada de ficar parada em casa! Sair com os amigos, conhecer gente nova, fazer cursos, entrar numa academia ou até mesmo viajar podem ser uma ótima forma de mudar o foco do pensamento e das atitudes. Se ainda assim estiver difícil, vale a pena procurar ajuda de um psicoterapeuta, para trabalhar sentimentos como insegurança e esclarecer algumas questões íntimas. Até mesmo livros sobre relacionamento podem trazer diversas questões para refletir. Beth Valentim lembra que a espiritualidade também pode ser uma grande aliada. “A fé é um caminho que pode levar a pessoa a se encontrar, a refletir melhor. É importante estar perto de Deus nesses momentos. Você pode se surpreender”, diz a psicanalista.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Camisinha - jovens usam mais do que os cinquentões

Jovens entre 15 e 24 anos correspondem ao grupo com maior número de parceiros casuais. Entretanto são os que mais fazem uso de preservativo. Segundo a Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DSTs e AIDS na População Brasileira de 15 a 64 anos (PCAP - 2008) do Ministério da Saúde, 67,8% deles usaram camisinha em relações casuais e 30,7% com parceiros fixos.

"A parcela de jovens que não usa preservativo pode não ter acesso aos serviços de saúde ou não consegue negociar o uso da camisinha com o parceiro", esclarece Nara Vieira, assessora técnica do Ministério da Saúde do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais. "É preciso dar continuidade às políticas públicas voltadas para este grupo, a fim de favorecer o acesso ao preservativo e promover o seu uso", acrescenta.
Entre a população maior de 50 anos, o número de pessoas que fazem uso de preservativo em relações casuais é de 37,9%. Quando a relação é fixa, este número cai para 10%. E ainda de acordo com a pesquisa, os homens usam mais camisinha dos que as mulheres. "O preservativo feminino é menos utilizado do que o masculino. E por conta do machismo, as mulheres têm mais dificuldade na hora de negociar o uso da camisinha com o parceiro. Tivemos sim uma evolução da mulher na sociedade, ela passou a se preocupar mais com o corpo, mas a mudança com relação à proteção está relacionada à atitude. Dá trabalho, é algo histórico", comenta Nara Vieira.
Das 630 mil pessoas que têm o vírus HIV no país, 255 mil ainda não sabem que foram infectadas. "Isso não se deve à falta de cuidado com o corpo, mas sim de informação e de acesso ao diagnóstico. É necessário promover ações que conscientizem a população sobre a importância de se fazer os exames", diz Nara.

Expor a intimidade nas redes sociais

Na internet há diferentes maneiras de se expressar, principalmente através das redes sociais. Além da sua própria página, comunidades e outros perfis são as mais comuns. Nestes fóruns de discussões, os assuntos são diversos: namoro, trabalho, família, amigos e, claro, sexo. É comum encontrar pessoas que nunca se viram debatendo estes assuntos. Mas será que isso faz bem à imagem das pessoas envolvidas, principalmente das mulheres?Sobre a maneira como os homens buscam relações, a consultora amorosa, Adrianna Grannah, assegura: "Eles têm medo de assumir compromissos amorosos pelo simples fato de não centrarem a sua existência na vida a dois". Segundo ela, este papel é da mulher. Adrianna mantém uma página na internet, com espaço para contato e cursos.
A consultora amorosa garante que os homens preferem as mulheres mais tímidas, ou seja, aquelas que não expõem a sua intimidade em redes sociais. "Eles podem até achar irreverente ou engraçado, mas elas não servem para serem apresentadas às ‘santas mãezinhas’", supõe Adrianna.
"Eu não me envolveria com uma mulher que, por exemplo, falasse sobre sexo na internet, talvez por eu ser muito tímido. Mas todo homem gosta de falar essas bobagens. Eu conversaria, mas não a levaria a sério", admite o técnico em informática, José Dantas, 22 anos.
Adrianna Grannah é categórica ao afirmar que um homem pensa muito antes de apresentar uma mulher à sua mãe. "Mãe de homens são totalmente machistas, protetoras, zelosas e implicantes. Mulher alguma, neste planeta, está à altura de se relacionar com o seu filho".
Adriano Roberti, estudante de 22 anos, diz que não vê problema nesse comportamento: "É desagradável expor tanta intimidade. Não teria problemas em namorar uma mulher desinibida a esse ponto, mas pediria para que ela mudasse de comportamento e caso ela não atendesse, terminaria".
"Homens preferem namorar às mulheres mais tímidas. Elas se comportam com classe em qualquer ambiente, principalmente no familiar. Vestem-se com mais discrição. São ponderadas em suas ideias e projetos", revela a consultora amorosa.
Robson Ferreira, supervisor de vendas, 24 anos, afirma: "Muito me deixa feliz a mulher que consegue se expressar sobre sexo e assuntos relacionados. Quando falamos sobre esse assunto é mais fácil de descobrir tendências e preferências. Isso facilita muito até mesmo a comunicação de um casal na sua intimidade."
A consultora de relacionamento faz uma avaliação do ponto de vista masculino em relação às mulheres desinibidas: "Para sair, ter rolo ou ficar eles preferem as mais atiradas. Mas não vão apresentá-las à família, no máximo aos poucos conhecidos. Eles não terão o trabalho da conquista, pois os papéis serão invertidos". Robson opina: "Besteirinhas, desde que não sejam vulgares, valem para fazer com que o imaginário aflore e as fantasias possam ser realizadas".

Cinco sentidos na hora do sexo

Os cinco sentidos têm funções essenciais durante uma relação sexual. São eles os responsáveis pelo elo entre as sensações e a mente. Sem eles nada chegaria ao cérebro, o responsável pela decodificação destes estímulos.
"Definimos os sentidos como uma porta de comunicação do mundo exterior e o interior", revela Celso Marzano, urologista, terapeuta sexual e diretor do CEDES - SP (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade). Cada imagem, cheiro, toque, som e gosto têm um significado para o nosso cérebro. "O ato sexual é basicamente uma atividade sensorial que utiliza os cinco sentidos", explica o profissional.
Segundo Celso Marzano, a pele é maior órgão sexual do ser humano. Isso porque nela sentimos dor, frio, calor e prazer. "O tato (toque e carinho) que a mulher interpreta como intimidade e o homem como preparo para o sexo libera ocitocina que é um mediador cerebral do prazer", elucida o especialista. Já os estímulos auditivos seriam mais eficientes nas mulheres, os murmúrios atiçam os receptores periféricos dos ouvidos. A voz da pessoa amada é como um poderoso estimulante.
Quando as pessoas dizem: "Tem que ter química", podem estar se referindo ao cheiro, uma vez que ele aproxima os casais. Outro fator importante está relacionado à degustação. "O beijo durante o ato sexual mantém o vínculo de excitação e intimidade entre os parceiros como se fosse um estímulo contínuo de prazer", garante o terapeuta.
A visão é o sentido mais complexo e sua função começa muito antes do sexo. É ela que analisa os requisitos físicos, decidindo se haverá ou não uma maior interação entre os casais. "Os órgãos sexuais não são considerados belos sob o ponto de vista estético, mas tornam-se atraentes e desejáveis na medida em que o sujeito é influenciado pela emoção e pela fantasia", justifica Marzano.
De acordo com o terapeuta sexual, é a paixão e o amor que estimulam todos os sentidos. Além disso, as fantasias sexuais, a sedução e até a aproximação física ajudam. Há momentos em que vários sentidos são utilizados ao mesmo tempo, no caso do sexo oral e do beijo, que empregam tato, paladar e olfato.
A relação sexual, segundo o terapeuta, "não começa no começo e nem termina no final": "O ‘antes do antes’ tem inicio com as posturas corporais ou expressões faciais que demonstram excitação, desejo e volúpia, onde as construções de fantasias eróticas aparecem e fazem com que homens e mulheres entrem com mais facilidade na relação sexual propriamente dita". "No ‘depois do depois’, ou seja, a manutenção do desejo, é demonstrada no aconchego, no ficar juntos, na intimidade e nas confidências", finaliza Marzano.

Manual para não morrer de amor

É praticamente impossível encontrar alguém que não tenha vivido uma história de amor marcada pelo sofrimento, pela ansiedade e pela angústia. Mas ter uma relação assim uma vez na vida é normal, o problema é quando isso é constante em todos os relacionamentos.
Há até quem acredite que esses sentimentos são normais e, por isso, ficam presas a relações que geram dor e não prazer. O psicólogo Walter Riso escreveu o livro Manual para não morrer de amor (Editora Planeta), com o objetivo de mostrar que é possível viver uma relação saudável, com o casal caminhando junto e sem que um anule o outro.Na publicação ele registra alguns dos problemas que transformam o amor em agonia e oferece uma série de princípios básicos de "sobrevivência afetiva". Cada capítulo do livro aborda uma situação-problema, e então o psicólogo explica como identificar e o que fazer. Segundo Riso, no amor saudável não há espaço para resignação nem martírio. "Faz sentido perseguir algo ou alguém que já fugiu do nosso controle?", questiona o autor, lembrando casos em que um dos membros do casal precisa se destruir para que o outro seja feliz. "Às vezes, na terapia, encontro casais tão incompatíveis que me pergunto como diabos foram ficar juntos. Será que estavam cegos? E a resposta é que, em certo sentido, estavam sim."
Riso enumera alguns ‘sintomas’ de relação destrutiva, vale ficar atenta nas situações e pensar que talvez seja a hora de dar uma virada na vida:
- Relacionar-se com uma pessoa que não lhe ama mais, mas insistir que pode reconquistá-la;
- Fazer tudo para tentar agradar seu companheiro, por medo de perdê-lo;
- Ter um amor mal curado que não consegue esquecer, mas, mesmo assim, sair em busca de outro;
- Viver um relacionamento frio e distante;
- Achar que está se relacionando com uma pessoa extremamente especial, acima do seu merecimento;

- Viver resolvendo os problemas da pessoa amada, mas esquecer-se dos próprios;
- Ter um parceiro muito mais novo ou muito mais velho e, apesar de estarem vivendo uma ótima relação atualmente, angustiar-se pelo futuro.

O livro tem preço sugerido de R$ 19,90.

Mania de investigar a vida do parceiro nas redes sociais


Você alguma vez já bisbilhotou a vida do seu parceiro na internet? Checou os e-mails, pegou o celular escondido ou acompanhou minuciosamente seus hábitos nas redes sociais? Pois saiba que existem pessoas bem parecidas com você por aí, viu?
Segundo pesquisa realizada pela Universidade do Leste Carolina (Estados Unidos) com 804 estudantes por meio de um questionário online anônimo, uma em cada três mulheres declararam ter invadido o e-mail do parceiro, sendo que 34% delas confessaram ter cometido este ato mais de uma vez. Em contrapartida, só 14% dos homens admitiram fazer o mesmo.
 O resultado revelou ainda que a mulherada tem o costume de bisbilhotar as atualizações do Facebook e celular dos parceiros.
Os homens entrevistados alegaram que gostam de outras técnicas de espionagem. Os dados revelam que 3% deles já esconderam uma câmera no quarto da parceira e 5% utilizam rastreadores online com freqüência. Uma parcela bem pequena da ala masculina admitiu também já ter recorrido até mesmo ao GPS!
Para o Dr. Thiago de Almeida, psicólogo especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos e autor do livro "A Arte da paquera: inspirações à realização afetiva" (Ed. Letras do Brasil), o ato de espionar o parceiro pela internet está geralmente ligado à insegurança. "As pessoas não confiam no próprio taco e carregam uma série de inseguranças dentro delas. Sempre acham que não dão para o parceiro o que outro pode dar", comenta. "Com isso, a parte mais insegura da relação passa a querer saber quem são os amigos do parceiro nas redes sociais, quais comunidades frequenta, sem perceber que essa atitude vai fomentar ainda mais os fantasmas dentro do relacionamento".
A jornalista Camila, de 28 anos, assume que já bisbilhotou - e ainda bisbilhota o namorado, que tem 31 anos. "Estamos juntos há seis anos e já tivemos muitas idas e vindas. Depois de uma retomada de namoro eu estava desconfiada de que ele tinha ficado com outra pessoa enquanto estávamos separados. E era verdade. Então comecei a fuçar no Orkut", lembra. "Um dia ele deixou o celular no meu carro. Aí foi o paraíso. Mexi sem dó e também anotei todos os números de mulheres que tinham na lista, pois queria tirar a história a limpo. Aos poucos fui descobrindo senha de e-mail e outras coisas".
A jovem revelou que pelo menos uma vez por semana acessa o Facebook e o e-mail do namorado. "No começo eu descobri as senhas. Ele soube e não gostou e até mudou os dados de acesso, mas depois quase o obriguei a me dar. Hoje em dia ele pede para eu responder aos e-mails dele". Apesar de manter a prática, Camilla diz que não acha legal. "É uma invasão de privacidade, né? Devemos confiar no parceiro, se não confia é melhor sair fora. Mas quando a gente começa é difícil parar, pois se torna um vício".

domingo, 3 de abril de 2011

Os tipos de ex-namorado



Nem todo namoro se transforma em casamento. A maioria, na verdade, acaba antes de evoluir para o próximo passo até você achar a cara-metade. Para muita gente a vida segue até o próximo aparecer (ou não aparecer). Mas para alguns homens, ser ex-namorado é estigma. E eles se aproveitam da nova "etiqueta" para fazer o que querem.
Depois de uma pesquisa com namoradeiras de plantão e descobriu alguns tipos de ex-namorados mais característicos. Confira e descubra onde o seu se enquadra!
O mais terrível de todos quando a mulher ainda ama o ex é o tipo "galinha". De repente você descobre que todas as desconfianças eram reais e até uma amiga sua já faz parte da listinha dele. "A gente acabou numa boa, mas eu sofri bastante. Quando descobri as cachorradas, tive vontade de morrer", lembra Mariana, 19 anos.
Ex-namorado que agora é "ficante" também pode ser pesadelo se você não souber administrar bem a relação. O cidadão provavelmente acabou o namoro dizendo que não merecia você e agora não sai do pé. Esse tipo se parece muito com o ex tipo "moita". O cara não dava muita atenção quando namorava e, agora, não para de ligar e mandar mensagem. Mas não esqueça que ele cai na farra, já que está solteiro. O ex de Roberta, 25, é um deles. "Parece que não me quer, mas também não quer que eu saia com ninguém. Fica me dando atenção e assim, não consigo me envolver mesmo".
De todos os ex o que dá mais dor de cabeça é aquele que já era tão de casa que pegava dinheiro emprestado e levava pra ele seus CDs preferidos. Mas agora que o lance acabou, nada de devolver as suas coisas. O "roleiro" não paga mais as coisas que você comprou no seu cartão para ele e, ainda por cima, nem fala em devolver a grana emprestada. Alerta vermelho para esse tipo de homem já na época do namoro é essencial. "Meu namorado, às vezes, não tem grana e eu empresto. Também já emprestei coisas minhas, tipo iPod e um celular extra que tinha em casa. Não devolveu nada ainda, mas não imagino que faça por mal. Afinal, estamos bem, né?", diz Solange, 28. Se liga menina, esse tipo de namorado por se transformar num ex bem problemático!
O namorado que de príncipe vira calhorda é aquele que, mal acaba a relação, sai por aí falando mal de você. O tal "falador" escolhe os amigos em comum para "desabafar" e não poupa palavras. Para nós, bem resolvidas, esse é o legítimo despeitado! Perdeu e agora não quer balançar a própria imagem.
A lista de tipos de ex não podia deixar de fora aquele íntimo da família. Você já não quer mais vê-lo pintado de ouro e glitter, mas ele não deixa de visitar sua vózinha e trazer lembrancinhas para sua mãe. Hello, né?
 Mas um tipo de ex-namorado que faz a gente sofrer de verdade é aquele "melhorado". Depois que tudo acabou entre vocês ele conseguiu ficar ainda melhor do que era, malhado, lindo e bem sucedido. Nessas horas, a única vontade é se morder toda de arrependimento por não ter dado o devido valor ao gato.

Rejeição causa dor física?


Tomar um fora, um pé na bunda, ser trocada por outra, enfim, ser rejeitada. Pois é, todo mundo já enfrentou isso pelo menos uma vez na vida e a gente sabe como dói. Agora, uma pesquisa da Universidade de Michigan mostrou que a dor que sentimos nesse caso pode ser considerada física.

É que dor física e a rejeição são comandadas pelas mesmas áreas do cérebro. O estudo contou com 40 pessoas que tinham levado um pé na bunda recentemente e que diziam se sentir rejeitadas.
Para provar a relação de uma coisa com a outra, os cientistas submeteram os voluntários a dois testes. Para medir o efeito no corpo da dor da separação, os pesquisadores fizeram que um grupo olhasse para fotos de seus ex-parceiros e pensasse sobre o fim da relação enquanto outro grupo olhou para fotos de amigos e lembrou de bons momentos ao lado dessa pessoa.
Para medir a dor física, os participantes tiveram um estimulador termal colocado no antebraço esquerdo e passaram por situações desconfortáveis como, por exemplo, segurar uma xícara de café quente. Através da ressonância magnética que mapeou as áreas de resposta aos estímulos ficou provado que as regiões ativadas no cérebro foram as mesmas: o córtex somatossensorial secundário e dorsal posterior insular. Ou seja: rejeição dói, mesmo!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Papel de mãe no namoro


Encontrar o ponto de equilíbrio da relação a dois não é tarefa fácil. Saber quando cobrar, ou dar uma folga ao amado, então, é uma verdadeira arte. Há mulheres, que mesmo não sendo mães, não conseguem deixar o instinto materno de lado e acabam exagerando nos cuidados com o rapaz.
Algumas características apontam um comportamento de risco. A psicóloga Suara Bastos ministra palestras sobre o tema e lista as maiores características dessa mulher: "Medo de se expor, dificuldades em defender seu ponto de vista e em dizer ‘não’, preocupação excessiva com a opinião alheia, necessidade de agradar a todos e a fantasia de que deve ser perfeita em tudo o que fizer , fazem parte do imaginário da mulher ‘boazinha’".
Segundo a psicóloga, estas atitudes são típicas de mulheres que ainda não conseguiram avaliar o que este comportamento pode estar causando para si mesma e para seu relacionamento. "Primeiramente é importante que esta mulher reflita sobre o que a faz agir desta maneira e se esta atitude é satisfatória para ela também", explica Suara. A psicóloga ainda afirma: "Estes comportamentos podem esconder sentimentos de culpa, de inadequação, e muita insatisfação pessoal".
Não pense que todas as mulheres já nascem "superprotetoras". Mulheres confiantes e independentes podem, de repente, se verem passivas e submissas. "Isto, porém, não acontece da noite para o dia, é um processo em que uma série de situações pode levar à perda ou à diminuição da autoconfiança", revela a psicóloga. Não há motivo para pânico, esse é um processo que pode ser revertido.
Para virar o jogo e deixar de se comportar como "mãe" do rapaz é preciso esforço. "Toda transformação pode ser complicada, pois exige que se saia da zona de conforto, A mudança deve começar com o reconhecimento do próprio Eu, porém esta pode não ser uma tarefa fácil", elucida Suara. Faz parte deste processo entender quais foram os motivos que desencadearam a insegurança. "Em alguns casos pode ser necessário e aconselhável um acompanhamento profissional", recomenda a psicóloga.
Que os homens devem adorar não serem contrariados e ter alguém pronto para servi-los, ninguém discute. Mas será que esta atitude não satura? Suara revela: "Já ouvi relatos de homens que preferem a mulher mais passiva e submissa, por serem, segundo eles, mais ‘fáceis de lidar’". Mas não há motivos para desespero, esse pensamento não predomina no universo masculino. "De modo geral os homens preferem mulheres mais assertivas e autoconfiantes, pois contribuem mais para o crescimento e amadurecimento da relação", complementa a psicóloga.

A difícil escolha dos padrinhos de casamento



Quando o casal decide que é hora de trocar as alianças, uma série de tarefas começa a fazer parte do dia a dia dos noivos. Definir a data do casamento, local da cerimônia e da recepção, trajes, alianças, decoração, fotografia...

Parece que a lista de obrigações não tem fim. Mas outra parte muito importante dos preparativos é a escolha dos padrinhos. Essas pessoas que dividirão o altar com os noivos precisam ser definidas com calma e sabedoria, uma vez que farão parte da vida do novo casal não somente no grande dia, mas também no cotidiano.
A consultora de eventos sociais e especialista em casamentos, Rose Ogata, garante que a escolha dos padrinhos de casamento é algo muito pessoal. Entretanto, lembra que o critério não deve ser econômico e sim afetivo: "Essas pessoas devem ser definidas por amizade e não simplesmente para ganhar bons presentes. Cada padrinho vai homenagear os noivos dentro de suas posses", conta. "Por este motivo não é correto pedir presentes ou dinheiro a eles. Espere que os casais escolhidos tomem a iniciativa de perguntar como pode contribuir", completa.
Segundo Rose o ideal é que se convidem dois ou três casais de padrinhos por noivo. E ao contrário do que se pensa, a presença de parentes no altar não é obrigatória. "A família já terá seu papel de importância neste evento. Além disso, existe o fato de que se o noivo levar um primo e deixar o outro, pode haver uma saia justa, provocando até mágoas entre os entes queridos", ressalta.
A consultora aproveita para esclarecer uma dúvida relacionada à etiqueta: às vezes, os noivos querem convidar um amigo, cuja parceira é desconhecida ou sem vínculo com eles. Neste caso, não há problemas em chamar somente o amigo. "Não existe nada que obrigue os noivos a convidarem um casal. A mulher pode ser chamada também somente se for grande amiga deles. Isso porque a duração do relacionamento deste padrinho não é garantida. Imagine se depois os noivos perderem o contato com essa madrinha?", lembra.
Em caso de emergência - padrinho ou madrinha não comparecer ou não chegar a tempo da cerimônia -, o melhor é chamar pessoas da própria família, como irmãos, primos e tios, pois, neste caso, haverá uma compreensão maior da situação.
O convite para os padrinhos deve ser feito com pelo menos seis meses de antecedência. E é essencial que os noivos conversem com os escolhidos pessoalmente, a menos que eles morem em outro país ou estado. "Se possível, o casal deve também entregar convites diferenciados para essas pessoas, de preferência em embalagens especiais, como, por exemplo, dentro de caixas acompanhadas de amêndoas ou outro tipo de mimo", diz Rose. "As lembrancinhas dadas no dia do casamento não devem ser as mesmas distribuídas aos demais convidados".
Escolher os padrinhos para um dos dias mais importantes na vida de um casal não é tarefa fácil. Afinal de contas, essas pessoas passarão terão um papel fundamental na vida dos noivos, ajudando nos preparativos e acompanhando de perto o desenrolar do novo casal. "Por isso, o importante na escolha é, como já dito, o fator da afetividade. Padrinhos devem ser convidados não só para partilhar esse momento incrível e inesquecível, mas sim vivê-lo no cotidiano, dando apoio e suporte. São companheiros para toda a vida", finaliza Rose.

Frente parlamentar pró casamento gay


Será lançada hoje uma frente parlamentar que lutará para aprovar a união civil entre homossexuais aqui no Brasil. A Frente Parlamentar Mista para a Comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) será integrada por 171 senadores e deputados de diferentes partidos e defenderá a união civil de homossexuais através da apresentação de uma emenda constitucional.

Além disso, a iniciativa quer resgatar um projeto de lei arquivado pelo Congresso na legislatura passada que criminaliza a homofobia e luta pela igualdade de direitos entre as pessoas, independentemente de sua orientação e identidade sexual.
O dirigente socialista espanhol Pedro Zerolo e a deputada federal argentina Vilma Ibarra estarão no Congresso brasileiro para o lançamento da frente parlamentar. Os dois são fortes defensores da causa homossexual em seus países e vieram para manifestar seu apoio ao deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), promotor da iniciativa, após as ameaças de morte que recebeu nas últimas semanas pela internet por conta do projeto.

Preliminares segundo o Kama Sutra


O Kama Sutra foi escrito entre os anos de 100 e 400 d.c.por Vatsyayana para aperfeiçoar a habilidade sexual. Naquela época esperava que as pessoas se dedicassem sua vida a conquista das seguintes metas: Dharma-Aquicisão de mérito religioso; Artha-Aquisição de riqueza e Kama-Aquisição de amor ou prazer sexual.
Se pensamos bem hoje em dia não é muito diferente. Principalmente quando o assunto é amor, relacionamento. O Kama Sutra não se restringe apenas a posições sexuais, ele vai muito mais alem. A começar por querer fazer do sexo uma experiência completa para o corpo, ou seja, todo o corpo é importante no ato sexual, não só os genitais.
O Kama Sutra também compreendia claramente a necessidade do cuidado com a higiene corporal. Preparar o corpo com banhos, óleos e perfume antes de fazer amor. Por isso banhar um ao outro pode se tornar bastante excitante, um momento único. Comece preparando o ambiente: deixe o banheiro com uma iluminação branda, você ode colocar velas em tons de vermelho e laranja e uma música gostosa. Se você tiver em uma banheira coloque sais, petálas de rosas.
Toque o corpo do seu parceiro ou parceira lentamente, sentindo cada parte do corpo dele ou dela. Use a esponja vibratória nas costa para causar uma sensação gostosa de relaxamento. A banheira ou o boxe podem ser locais bastante excitantes para fazer amor. Embora o mundo tenha mudado bastante desde que o Kama Sutra foi escrito por Vatsyayana, ao se preparar para o amor ainda vale a pena levar em consideração seu conselho.
Preparar o ambiente onde se vai fazer amor é tão importante quanto preparar o seu corpo. Certifique que a temperatura do ambiente é agradável, evite interrupções desagradáveis, desligando o celular. Perfume o quarto, use óleos próprios para passar na pele na hora do toque.

Vatsyayana recomenda que o quarto do casal deve conter um leito macio, agradável a vista. Portanto crie um cenário fantástico para você e seu amor, mesmo que seja apenas para dormir abraçadinhos.
Beijos
Fátima Mourah é "Personal Sex", professora de artes sensuais e autora dos livros "Sexo pra mulheres casadas" e "Sexo, amor e sedução". Dá palestras e cursos de striptease, pompoarismo, pole dancing, como atingir o orgasmo e massagem erótica.

Vamos falar de sexo?


Conversar sobre sexo não é uma prática tão comum assim entre os casais brasileiros. Assim como certas pessoas encontram dificuldades na hora de verbalizar sentimentos, há quem fique bem corado quando o tema do diálogo é desempenho sexual.

Este obstáculo que impede muitos casais de levarem uma vida sexual satisfatória foi estudado pelo instituto Tendencias Digitales. A pesquisa realizada com 13 mil homens e mulheres de 11 países da América Latina constatou que menos da metade dos casais têm coragem de bater um papo sério sobre sexo. E só aqui no Brasil, 58% dos entrevistados disseram ter esse problema.
Na opinião da psicóloga, sexóloga e coordenadora do Projeto AmbSex, Carla Cecarello, os casais não abordam este assunto por medo de magoar o parceiro. "A mulher, ao manifestar o que não gosta ou o que gostaria que o outro fizesse, dá a entender que ela não está feliz com a vida sexual que está levando", explica.
Por outro lado, são elas que lotam os sex shops atrás de novidades para apimentar a relação. "Isso chega a ser um pouco contraditório, mas são momentos diferentes. Como dialogar é difícil, a mulher prefere comprar algum ‘adereço’ para que o parceiro possa entender o que ela quer", comenta Carla.
A sexóloga conta também que o homem nem sempre tem tempo ou paciência para ouvir a parceira. Desse modo, o ‘brinquedo’ facilita a comunicação verbal. "Ela pode comprar o objeto e depois faz uma sondagem, procura saber o que ele achou e se há chance de dar continuidade. Ou seja, ela mesma cria a oportunidade de mostrar o que gosta de fazer".
O estudo revelou ainda um dado alarmante: das quase 5.000 mulheres solteiras e casadas entrevistadas, 81% delas afirmaram praticar sexo casual para descobrir a própria sexualidade. Carla se mostra impressionada com o fato. "A mulher só vai fazer este tipo de descoberta quando começa a tocar o próprio corpo. Só assim vai conhecer as sensações que mais gosta e como gosta de ser tocada. Sair de um relacionamento e entrar em outro não vai ajudar a resolver a situação", afirma.
Avaliando as pessoas que passam pelo seu consultório, Carla garante que a mulher raramente reclama da posição sexual adotada, a menos que não goste. O que ela tem mesmo vergonha de pedir é um pouco mais de romantismo por parte do parceiro. "Ela gosta que o homem prepare o ambiente, que proporcione um clima mais especial, sabe? Como uma penumbra, vela, música, uma roupa. Outro pedido é que o homem capriche e demore um pouco mais nas preliminares, por meio de toques e da fala", revela.
Mas, infelizmente, na maioria dos casos, Carla conta que os parceiros preferem permanecer frustrados. E quando decidem dialogar, o conteúdo da conversa costuma ser bastante pobre. "Os mais jovens apresentam mais abertura para debater sobre sexo. Já os que têm mais tempo de relacionamento se acomodam, acham que a companhia do outro é o bastante", critica.
Os casais que procuram pelas orientações de Carla são convidados a participar de jogos. A sexóloga propõe diferentes situações, como se fossem tarefas. E na sessão seguinte, todos se sentam para conversar sobre a atividade e apontar a parte da tarefa que mais gostou. "Por meio dessas iniciativas, o diálogo passa a ser um hábito", conta.
Para quem quer motivar o diálogo sem sair de casa, Carla dá as dias: "Leiam juntos uma revista erótica, façam brincadeiras para descontrair, peguem um filme para assistir juntinho - não necessariamente um pornô, mas que aborde a sexualidade - ou ainda um programa que fale sobre o tema. Depois discutam sobre o que viram." 
A sexóloga finaliza com um comentário: "Acho engraçado os casais não sentirem vergonha na hora de tirarem a roupa, mas terem dificuldade para verbalizar o que sentem. Sem roupa, ficamos muito mais expostos!". E lembra: "O diálogo é importante em um relacionamento e o empobrecimento dele é a principal causa das dificuldades sexuais nos relacionamentos."

Deixe os homens aos seus pés



Depois de se rastejar pelo músico Maurício, na 11ª edição do BBB11, suplicando carinho e atenção, Maria decidiu mudar de atitude. Mas isso não aconteceu de uma hora para outra não! A atriz que agora é milionária e se aconchegou nos braços do fortão Wesley precisou de uma ajudinha para perceber que mendigar não está com nada.

E essa "mãozinha milagrosa" Maria encontrou no livro "Deixe os Homens Aos Seus Pés", escrito pela empresária Marie Forleo. O guia de autoajuda ultrapassa a linha dos relacionamentos amorosos e dá conselhos para as mulheres que querem se sentir poderosas em todos os campos de suas vidas, parando de dar valor aos seus pontos fracos.
O que mais irritava as colegas de confinamento de Maria é que ela se esquecia dela mesma na hora de correr atrás do músico Mau Mau. Em vez de se tornar irresistível por ser por ter a autoestima lá em cima e passar a imagem de que ela não dependia de homem nenhum para viver, ela depositava no pobre rapaz todas as suas expectativas de felicidade, o que era inaceitável.
Marie acredita que a mulher atual está tão preocupada em se tornar igual ao homem que esquece que possui qualidades únicas. Segundo a autora, temos os dons da compaixão e da ternura. Não temos medo de falar nossas verdades e vemos as pessoas como elas realmente são. "embora nos esforcemos para ter roupas e cabelo bonito e um corpo em forma, o que realmente queremos é saber se alguém nos ama, assim o resto fica tudo bem", escreve.
A empresária garante que, quando a mulher literalmente desencana e aceita que está tudo bem, deixa exalar sua "irresistibilidade". E sabe quem pode bloquear este processo? A mente! "Ela gosta de apontar os seus erros e lembrar o quanto você é má, sem atrativos, idiota, gorda, velha ou inconveniente".
Outro grande toque dado por Marie é convencer a leitora a aceitar a realidade das coisas e jogar fora de uma vez por todas as tais coincidências. Para a autora, tudo é como deveria ser. "Assumir a responsabilidade pela sua existência é o segredo para se tornar poderosa e ter magnetismo na vida.
Quer um exemplo? Você está no trânsito e tem duas opções: reclamar e se estressar ou aproveitar o momento ligando o rádio e colocando um CD com suas canções favoritas. E então, qual das duas opções você prefere?
No livro, a autora enumera cinco verdades que toda mulher precisa saber para ser irresistível. Anote:
1- Um relacionamento não salvará você. "Partir da ideia que um relacionamento (ou qualquer outra coisa) completa, salva, ou transforma magicamente a sua vida é uma receita infalível para se manter infeliz e sozinha", ensina.
2 - Relacionamentos são oportunidades espirituais para evolução pessoal e não uma troca de necessidades. "Não há uma chance melhor para descobrir sua capacidade de amor, perdão, compaixão, completa autoexpressão e grandeza pessoal", explica.
3 - O agora é tudo que sempre existe. "Em vez de curtir e aproveitar a minha vida exatamente como ela era, eu passava a maior parte do tempo reclamando, planejando, esquematizando, esperando e desejando que algum dia as coisas fossem diferentes", lembra Marie.
4 - Os homens não querem ser mudados. Portanto, "ame-os ou deixe-os". "Você se sentiria atraída por um homem que constantemente tenta mudar ou melhorar você? Alguém que fala para você perder um pouco de peso? Que gostaria que você falasse um pouco menos, mas cozinhasse e fizesse faxina?

5 - Se você quer garantias no amor, então você não quer amor. "A vida não nos dá garantias. Nós nunca saberemos o que virá pela frente, tudo que podemos fazer é aproveitar nossas vidas imediatamente, momento a momento, e dizer a nossa verdade conforme ela aparece".
Esses e outros toques para lá de didáticos podem ser encontrados no livro de Marie Forleo. Maria seguiu à risca as instruções e olha só onde ela está: nos braços do médico bonitão!



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Namoro longo - como sobreviver




Acho que todo mundo conhece alguém que namora há "séculos". Ou porque simplesmente se acomodou ou começou o relacionamento na adolescência e pretende realizar alguns projetos pessoais antes de trocar as alianças.Para a psicóloga especialista em técnicas cognitivas e comportamentais, Karina Haddad Mussa, o problema não está nos anos e anos de namoro, mas sim na falta de comprometimento com si próprio e com o outro.
"Quem ama de verdade morre de medo de perder o parceiro. E quando o relacionamento desanda e os dois viram amiguinhos demais, vira acomodação e perde-se esse medo, o desejo de zelar pelo outro".Conforme explica Karina, o namoro existe para que duas pessoas possam criar afinidades, aprender sobre si próprio e sobre o parceiro. Sem contar que as inúmeras discussões ajudam a dar os ajustes necessários para que o casal caminhe na mesma direção. "É como se cada parte envolvida trouxesse um espelho para dar ao outro o privilégio de se enxergar. Tiram-se as máscaras e mostra-se a verdade", garante.
A psicóloga faz questão de se lembrar de uma frase que diz: "O amor não é para preguiçosos". E, infelizmente, o ser humano tem tendência à acomodação. Portanto, para não cair na mesmice e transformar um relacionamento longo em casamento, o casal precisa entender que o amor é uma construção contínua.
"O correto é cuidar de um relacionamento como se cuida de si próprio. Você não vai à academia para cuidar do corpo? Não procura um nutricionista para melhorar a alimentação? Não procura remédios para curar suas dores? Com o amor é a mesma coisa", exemplifica. "E não se esqueça de manter a sua individualidade e a do parceiro. Resolva suas questões para estar pronto para o outro. Sua cara-metade não pode ser depósito das suas necessidades e expectativas. Não seja egoísta!"
Se por um lado um longo namoro baseado no comprometimento gera cumplicidade e companheirismo, sem alicerce ou metas pode levar o casal a perder a vista o real objetivo de um namoro, que é a construção de um projeto de vida a dois. "A relação precisa de amizade sim, mas não pode perder a paixão, o tesão", afirma Karina.
E pelo fato de não acreditar que exista um tempo pré-determinado para se namorar, a psicóloga põe abaixo o trocadilho ‘namoro longo, casamento curto’. "Há pessoas que se casam em dois, três meses. É estranho, mas acontece. Da mesma maneira que um casal que namora oito, 10, 11 anos antes de casar, pode ser muito feliz".

Manias ousadas durante o sexo




O que ninguém nega, principalmente nós mulheres, é que as preliminares são peças-chave para uma boa relação sexual. Há quem não se contente com carinhos e beijinhos.
Tem gente que pede uma pegada mais forte, ou então recebe sem pedir, e quando vai ver o queridão já estalou um tapinha. E nesse quesito "manias na hora do sexo" variedade é o que não faltar.A especialista em auto estima e prazer da mulher, Lu Riva, conta que já ouviu casos para lá de inusitados. "Tem homens que gostam que suas mulheres pisem neles com salto. Casais que gostam de "bater" e de "apanhar", tem as pessoas que gostam de vestir fantasias sensuais como uma colegial, com direito a meia-calça 7/8, que chega à sala mordendo o lápis e dizendo: - ‘Professor me ensina’".
Parece que a idéia de dominar ou ser dominado predomina. Fátima Moura, personal sexy trainer, conta que já ouviu muitas histórias de suas alunas. Entre as mais inusitadas está a do casal que teve um grande prejuízo em um motel. "O marido sempre dizia à esposa que gostaria que ela pisasse nele usando salto alto. Em uma bela noite, ela resolveu realizar a vontade dele e subiu na cama com um salto fino. O que eles não haviam notado é que o colchão era d’água! Logo, o plástico se rompeu. Imagine só a bagunça!". Isso sim é um banho de água fria na relação.
Lu conta que conhece pessoas que gostam de recitar mantra antes do sexo. Agora imagine, você está lá toda linda e sexy, ansiosa pelo que está por vir e, de repente, o cidadão começa a cantarolar. Ainda nesse assunto, Fátima revela que uma de suas alunas preparou todo o clima à luz de velas e rosas vermelhas para o novo namorado. O que ela não imaginava é que o rapaz era seguidor o candomblé. Sem a menor desconfiança ele chegou a perguntar a ela se aquilo seria um trabalho religioso para ele. Pode?!
Outro caso inusitado: "Minha aluna resolveu sair da rotina, vestiu uma roupa para lá de atrevida e pediu que seu marido a deixasse em um ponto na Rua Augusta. Ela mandou que ele fosse dar uma volta e que retornasse para buscá-la. Após a volta, ele apareceu aflito e pediu para que ela entrasse no carro. Ela toda altiva se negou e só entrou no veículo após ele ter pago o ‘programa’", conta Lu. Essa foi corajosa, ela poderia ter apanhado. Ficar em um ponto que não lhe pertence na Augusta pode ter conseqüências terríveis e irreparáveis.
Fátima riu ao se lembrar de outro caso: "O homem pediu à mulher que vestisse uma fantasia e que lhe fizesse uma surpresa. Ela, então, comprou uma roupa de policial. Quando o rapaz viu a mulher vestida daquela maneira teve uma crise de riso". "Mas você pensa que ela perdeu o domínio? Não. Ela acabou prendendo-o por desacato à autoridade", completa.
Brincadeiras à parte é importante lembrar que este tipo de atitude faz bem quando ambos querem participar. "Às vezes é bom tentar novidades, pois se pode abrir uma gama de opções para o casal, mas sem que isso seja algo forçado ou mecânico para uma das partes", afirma Lu Riva. Fátima Moura lembra que essas ousadias não servem para salvar casamentos e recomenda: "Você deve analisar a situação, perguntar como foi o dia do parceiro, para que não haja frustração, caso ele não esteja animado." 

Redução da testosterona - quando eles devem buscar tratamento




Se não fossem as constantes supervisões das mulheres, os parceiros certamente passariam longe dos consultórios de Urologia. Mas esta situação tende a mudar. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), todos os homens a partir dos 40 anos sofrem uma redução gradativa de 1% ao ano de produção de testosterona. Com isso, a vida sexual passa a ficar comprometida. Conhecida como DAEM - Disfunção Androgênica do Envelhecimento Masculino, esse problema acomete homens que já passaram dos 50 anos. Nesta fase ocorre a redução do hormônio masculino, atrelada a uma série de sintomas físicos (redução da massa muscular e dos pelos), psíquicos (diminuição do bem-estar, depressão, fadiga) e sexuais (diminuição da libido e disfunções erétil e de ejaculação).
Segundo o Dr. Fernando Meyer, urologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, somente o conjunto desses sintomas pode ser considerado DAEM. "Um exame de sangue podem avaliar se a dosagem hormonal está normal e uma conversa nos deixa cientes da vida sexual da paciente", conta. O especialista conta ainda quem nem todos os homens sofrem de DAEM. "Alguns apresentam somente a queda da taxa de hormônio. Outros, somente os sintomas clínicos. Desse modo, evitamos chamar este distúrbio de Andropausa, porque não atinge todos os homens. Diferente da menopausa, que é uma questão fisiológica da mulher", afirma o especialista.
A reposição hormonal é feita via oral ou intramuscular. O homem ainda pode optar pelos adesivos - algo pouco comum por aqui - e pelo uso de um gel, bastante usado nos Estados Unidos. "O tratamento baseado na aplicação de testosterona por meio de injeção é de alto custo e de longa duração. O paciente deve repetir o procedimento a cada três meses e obter acompanhamento médico a cada seis meses ou um ano", conta o urologista. Também são feitos exames rigorosos de próstata, para prevenir o câncer. "A testosterona induz o câncer a se desenvolver, principalmente em pacientes com predisposição à doença", alerta.
O especialista ressalta ainda que segundo estudos, problemas de ereção podem evoluir para problemas cardiovasculares, caso não sejam tratados. "Não se previne a DAEM, mas é recomendado cuidar da saúde, fazendo exercícios físicos e mantendo uma alimentação equilibrada". E assim como acontece na menopausa, os homens que são acometidos pela DAEM têm sua vida sexual comprometida. "A mulher precisa convencer o parceiro a procurar um médico e compreender a situação, pois este problema está relacionado à idade. A ereção melhora, caso o problema seja hormonal", afirma o urologista.

Existe hora certa para casar?


Subir ao altar com a pessoa amada é o sonho de muitas mulheres, mas conseguir realizar essa façanha não é nada fácil. Homem pode ser um bicho escorregadio: você se distrai um segundo e, quando vai ver, ele escapou.
Para que o homem amado se sinta empolgado para marcar o grande dia, algumas dicas são válidas.No decorrer dos últimos séculos, as mulheres conquistaram direitos importantíssimos. Votar, trabalhar fora e escolher seus companheiros são algumas dessas vitórias. Por outro lado, algumas preferem manter a tradição em alguns pontos. Qual seria, por exemplo, a melhor maneira de demonstrar ao rapaz que é a hora de casar?
A consultora de relacionamentos, fundadora da agência A2 Encontros, Cláudya Toledo, garante que muitas coisas, além do amor, devem ser levadas em consideração antes de decidir se casar. "É essencial que se analise a compatibilidade em hábitos cotidianos, organização na gerência das contas, se o moço se mostra atencioso com as suas necessidades emocionais e também os planos individuais", afirma.
O especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos, Thiago de Almeida, afirma: "Vivemos em uma sociedade, que apesar de ter mudado muito, continua machista. Mesmo assim, nada impede que a mulher proponha o casamento ao homem". A consultora de relacionamento Cida Santos opina: "A mulher deve conquistar o homem a tal ponto que ele não consiga imaginar a vida sem ela, e nessa hora o casamento acontecerá de forma natural e sem pressões".
Os três especialistas concordam que o assunto deve surgir naturalmente. E a convivência com a família de ambos ajuda a fazer com que as pessoas perguntem sobre as intenções do casal. "É importante que se tenha confiança para conversar com o parceiro sobre qualquer assunto", diz Thiago de Almeida.
Cláudya Toledo recomenda às mulheres candidatas a "esposa" que não permitam que o rapaz se acomode na condição de namorado. "Se o namoro ficou cômodo é difícil casar. A principal força do homem é ser guerreiro, não deixe ele se acostumar. Se ele dorme na sua casa na quinta, na sexta, no sábado e no domingo, e ainda não ajuda a pagar as contas, para que ele vai querer mudar?", questiona a consultora.
A fundadora da agência A2 Encontros sugere que o casamento ocorra enquanto há paixão. "O casamento deve acontecer quando a vida sexual está plenamente ativa. Entre um ano e um ano e meio de relacionamento. Se não, a vida sexual cai, a pessoa não se sente motivada a sair da rotina". O psicólogo e especialista Thiago de Almeida contrapõe: "É importante conhecer bem o parceiro, para que não haja arrependimento depois. O ideal é que se relacionem por no mínimo três anos, antes de decidirem se casar".
É preciso ser cautelosa para que você não se arrependa de ter feito, ou de não ter feito algo. O importante é seguir o seu coração. Certamente vocês saberão o momento certo de oficializar a união.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Erros para evitar no relacionamento

  1. Quem muito escolhe, acaba escolhido
Encare a realidade, olhe ao seu redor e dê mais valor aos "sapos". Infelizmente, o "príncipe" NÃO está em algum lugar por ai.

  2. Dormir brigados
Dormir não vai fazer suas indiferenças sumirem, só vai prolongar o estresse e aumentar o ressentimento. Portanto pare de agir como uma criança de 2 anos converse como uma adulta.

  3. Contar tudo mesmo
Homens não tem necessidade de saber com quantos homens você já transou, quais dos seus amigos você pegaria ou que o porteiro do seu trabalho dá em cima de você. Certas informações desnecessárias só vão irritar o cara e fazê-lo desconfiar de você sem motivo. Matraca fechada

  4. Achar que o amor supera tudo
O que supera qualquer coisa é tolerância, compreensão, respeito, paciência e carinho. Se você acha que porque ele te ama ele é obrigado a aceitar todos os seus atos e acatar as suas opiniões, você é ingênua demais para se relacionar. Continue solteira.

  5. Ciúme póstumo ou imaginário
Ter ciúme da ex, se você acha que ele se divertia mais com ela, amava mais a ela e era mais companheiro quando estava com ela; o que diabos você está fazendo com ele então? A questão é, se ele não quisesse estar com você, acredite, ele não estaria. E essa atitude insana só vai afastá-lo.

  6.  Fazer joguinhos
Nem quando você tinha 15 anos era aceitável você brincar de gato e rato, pressionar ou agir como se não quisesse algo apenas para irritá-lo. A não ser que ele goste de namorar crianças, nesse caso, ignore o tópico.

  7. Ser permissiva ao extremo
Homens gostam de mulheres que demonstrem sua opinião e tenham pulso, isso não significa que você deve crítica-lo por querer sair para um happy hour com amigos, mas também não quer dizer que você deve se mostrar confortável com a idéia dele passar o carnaval, sozinho, em uma micareta no Salvador.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Para viver um grande amor, é preciso estar pronto! Você está?!


Enquanto você se prepara para conquistar seu grande amor e vivê-lo da forma mais intensa e satisfatória possível, imagine que você está construindo o alicerce de uma casa muito especial, da casa dos seus sonhos. Lembre-se que, caso este alicerce seja construído sem ânimo, sem empenho e sem conhecimento, sua casa desmoronará muito antes do que você imagina ou deseja.
Portanto, trate de lançar mão de suas melhores ferramentas, de seus mais profundos conhecimentos e de todos os seus talentos para preparar o melhor dos alicerces (ou o melhor dos jardins, onde será plantada sua melhor semente).
Existem muitas metáforas que poderiam fazê-lo compreender a importância do antes no longo processo de desenvolvimento do amor, mas basta que você compreenda que ninguém pode dar aquilo que não tem para que comece a cultivar em si mesmo o amor que deseja dar e viver. Isto chama-se auto-estima!!!
Outro dia, estava lendo um texto sobre conquista em que o autor ensinava que, para conquistar alguém, devemos nos comportar como um pescador. Ou seja, ele não prepara o anzol e a isca somente depois que visualiza o peixe. Pelo contrário, empenha-se em conseguir a melhor isca, trata de se posicionar no lugar mais estratégico, prepara toda a parafernália necessária, lança a vara no mar e espera... até que a pesca se sinta atraída e vá até ele. Essa é uma ótima comparação. Ou seja, se você ficar esperando até que apareça alguém a quem deseje conquistar, certamente não estará preparado para isso e correrá sério risco de perder a oportunidade.
Não dá para viver um grande amor sem antes atrair, envolver e conquistar alguém que nos interesse. Embora o amor seja um sentimento pouco provado cientificamente, é possível relacionar alguns detalhes que contam, e muito, para que uma pessoa se torne atraente, envolvente e seja capaz de conquistar a outra. No entanto, devo esclarecer desde já que nada garante o amor. Não há garantias para o amor! O que existem são atitudes que favorecem encontros, que facilitam aproximações e que contribuem bastante para que uma relação de amor se desenvolva e seja satisfatória.
Lançando mão desse conjunto de atitudes, deixo aqui algumas dicas preciosas de como você pode se tornar uma pessoa realmente interessante. Afinal, não é fácil atrair, envolver e conquistar alguém se você não acreditar que tem capacidade (ou atributos) para tal proeza. Nesse caso, fica impossível viver um grande amor.
Mas, ao contrário, se você acreditar e descobrir seu talento para amar e, principalmente, ser amado (o que é sempre bem menos poético), estará pronto e, inevitavelmente, atrairá para si a oportunidade de viver um grande amor...

Dores durante o sexo


Uma relação sexual consentida é sempre sinônimo de prazer, certo? Nem sempre. Por diversas questões, psicológicas ou patológicas, a mulher pode sim sentir dores durante a penetração.
Esses desconfortos são conhecidos como dispareunias e devem ser avaliados com detalhes pelo casal e por um especialista. Segundo a ginecologista Ângela Lopes Carvalho, a fase da excitação na mulher é fundamental para uma relação prazerosa e sem dores. "O clima de erotismo e as carícias preliminares, quando eficazes, levam ao relaxamento da musculatura das paredes vaginais e períneo e à lubrificação vaginal. Sem esses fatores, a mulher pode se queixar de dor na entrada (dispareunia superficial) e no fundo da vagina( dispareunia profunda)", explica.
Quando a mulher chega ao período de pós-menopausa, em que a função dos ovários declina, a lubrificação vaginal também é reduzida, a chamada "secura vaginal". "Nesta fase, deve haver o aprimoramento do erotismo, das carícias preliminares e, muitas vezes, o uso de medicamentos que melhorem a umidade vaginal. Quando bem orientada e medicada, a mulher pode manter uma vida sexual prazerosa, independente da idade", garante a ginecologista.
Dra. Ângela diz ainda que em determinadas posições a penetração do pênis é muito profunda, o que pode causar desconforto. "A sensação é a de que o órgão masculino toca em algo na região inferior do abdômen". E ressalta: "Em outros casos, o impacto dos movimentos é muito intenso, ocasionando o mesmo tipo de dor."
Para ajudar as vilamigas, a especialista enumerou algumas doenças que podem causar ou potencializar dores durante o ato sexual. Confira:
• Infecções genitais que levam ao ardor, prurido, corrimento vaginal e inchaço da vulva e vagina. Diante dessas queixas é importante procurar um ginecologista para obter um diagnóstico específico. Os tratamentos são simples e eficazes, geralmente com cremes vaginais e medicamentos via oral;
• Inflamatória pélvica, ou seja, infecções genitais que atingem trompas e ovários, provocando dor pélvica, corrimento geralmente purulento, mal-estar geral e febre. O tratamento pode variar de antibióticos via oral à injetável e, muitas vezes, há necessidade de internação hospitalar;
• Cistite (Infecção urinária): tem como principal característica a ardência para urinar e o aumento da freqüência e gotejamento de urina. O tratamento é com antibiótico indicado pelo médico;
• Tumores na região da vagina ou da pelve como bartholinite (infecção da glândula de Bartholin localizada na vulva), miomas (tumores benignos do útero), endometriose (patologia benigna que causa cólicas menstruais fortes e leva à proliferação do endométrio - camada interna do útero - para os órgãos vizinhos), cistos de ovários, etc;
• Vaginismo, definida como a contratura involuntária da musculatura vaginal e perineal no momento da tentativa de penetração. As causas geralmente são psíquicas e há necessidade de avaliação pelo médico e pelo psicólogo.
Dra. Ângela lembra que há outras formas de realização sexual, como o sexo oral e a masturbação, mas que não descartam a necessidade de diagnosticar e tratar as causas da dor. "Evite a acomodação e sempre procure a solução de qualquer aspecto diferente no seu corpo. Isto é fundamental para a sua saúde".

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Falta homem?

Encontrar um namorado é uma equação difícil que mistura sentimento e matemática. Fizemos as contas para você
Os números comprovam: há futuros amores bem soltinhos por aí. Mas onde?

"Papai do Céu, me dá um namorado. Lindo, fiel, gentil e tarado!" Essa "prece" é de uma música cantada por Rita Lee no disco Flerte Fatal. A canção de 1987 ainda faz sentido hoje. Muitas mulheres querem namorar e não conseguem encontrar um cara disponível. Parece até que está faltando homem no mercado. Ou, quem sabe, as exigências femininas é que estão altas demais e não contribuem para concretizar esse desejo do coração?
A resolução do caso pode ser matemática. Para saber se existe ou não homem livre para compromisso sério, pegamos a calculadora para fazer as contas considerando a população masculina brasileira entre 20 e 34 anos com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2009). Escolhemos essa idade porque as estatísticas mostram que eles trocam alianças pela primeira vez, em média, com mulheres três anos mais novas. Nessa equação, vemos que "elas" se casam mais cedo. Portanto, apesar de existirem mais mulheres no geral,sobram homens disponíveis.

Descontos e desencontros

É preciso pegar leve aqui. Nem todos os caras oficialmente disponíveis (não sacados) são de fato livres. É necessário subtrair alguns nessas estatísticas amorosa. Os religiosos celibatários, por exemplo, devem ser descontados nesse número, pois não vieram ao mundo para namorar. Porém, somando padres, bispos, diáconos (aspirantes a padre), monges budistas de várias linhagens e Hare Krishnas da ordem Sannyasa, não dá o número de freiras católicas atual (mais de 33 mil). Ok, esse "descontinho" é tão pequeno em uma realidade de milhões que foi quase um preciosismo de nossa parte. Já a quantidade de homens com relacionamento estável - não casados no papel - é realmente significativa. No país, segundo o IBGE, são mais de 7,5 milhões de casais de todas as idades "morando junto". Esse número apesar de elevado, não assusta. Considerando que cada homem mora com apenas uma mulher, tudo bem - menos um solteiro de cá, menos uma solteira de lá.
Outro argumento muito repetido para explicar a possível escassez masculina é que teria aumentado a quantidade de gays. Roni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), explica que nos últimos anos cresceu foi o número de caras que se sentem seguros para assumir a homossexualidade. "isso é bom para as mulheres. Eu não ia querer namorar alguém que não gostasse mesmo de mim", diz ele. A estimativa mais aceita é que 10% da população seja homossexual _ entre homens e mulheres. Até aqui, as baixas entre os sexos se equilibram. Lembrando que, desde o início da equação, sobrava quase 1,5 milhão de homens disponíveis.

A falta "psicológica"

Bom, os números dizem uma coisa, mas a sensação que a assessora comercial Kênya Tavares, 27 anos, tem quando sai é bem outra. " Vejo mais mulheres paquerando. A balada está parecendo guerra, uma disputa para ver quem se joga mais", desabafa ela, que teve só um namorico rápido nos últimos dois anos e meio. Essa impressão de Kênya - e muitas outras - tem de que existe uma diferença significativa entre a quantidade de homens e a de mulheres se deve ao fato de eles circularem menos, como explica Luiz Cuschnir, psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo e coordenador do Centro de Estudos de Identidade do Homem e da Mulher. "Elas têm uma disposição maior para socializar do que eles", complementa.
A verdade é que não faltam homens em número, mas aquele "carinhoso e com conteúdo" que Kênya tanto quer pode não estar nos lugares que ela freqüenta. "Arrumar namorado está igual a arrumar emprego: só por indicação. Uma amiga sua começa a namorar. O namorado dela aposta os amigos solteiros. E ela, que já conhece seu perfil, vê qual poderia combinar e apresenta", ela diz. E por que a própria ainda não foi ajudada por uma coleguinha comprometida? "São tantas solteiras e tão poucas namorando que haja indicação!"
A professora de literatura Camila Reis, 27, também sabe que na noite não encontrará alguém para namorar. Já até "perdeu o ânimo" de ir à caça. "Os homens interessantes ou estão namorando ou acabaram de sair de um namoro e querem aproveitar." Essa conclusão, por mais desastrosa que possa parecer, tem fundamento. Segundo Luiz Cuschnir, eles "tendem a ficar mais tempo refratários quando um relacionamento não dá certo."

Um príncipe, por favor

E por que tantas mulheres dizem que os tais " homens interessantes" são raros? A dona da agência A2Encontros, Claudya Toledo, auto intitulada "a maior cupido do Brasil", se queira de que muitas procuras seus serviços em busca de um príncipe encantado ou algo bem próximo dele. Segundo ela, o homem que a mulher quer pode não existir ou pode estar disponível e não se sentir atraído por aquela mulher. " Algumas querem um que seja ambicioso profissionalmente e carinhoso. Porém, esse cara muito focado na carreira pode ter pouco tempo para investir em uma relação", alerta. É claro que nem toda mulher a perigo peca por excesso de idealização. A fisioterapeuta  Aline Negrino, 27, há quatro anos "solteira, mas não sozinha", tem seus pré-requisitos. Ela decidiu: só vai namorar se isso for acrescentar-lhe alguma coisa. "Quero alguém com a mesma perspectiva de futuro que eu. Acho que essa é uma cobrança meio natural, não?"

As super poderosas

Esse maior nível de exigência nas escolhas amorosas naturalmente tem relação com o maior investimento que as mulheres fizeram nelas mesmas. " Os homens não acompanharam as mudanças femininas. As mulheres ficaram muito mais interessantes", afirma a psicoterapeuta Lúcia Rosenberg. Elas hoje estudam mais do que eles e ocupam cargos antes não ocupados. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2008 as mulheres já apresentavam 60% das pessoas que se formavam em curso superior. Luiz Cuschnir pondera que as mudanças de comportamento foram enormes, mas que os padrões emocionais na relação do casal pouco se alteram. "As mulheres ainda esperam proteção e segurança do homem." E, se essa necessidade se converter em um anseio de encontrar um parceiro com mais escolaridade, salário maior, mais experiência de vida, caímos novamente em um problema estatístico. Quanto mais "poderosas" elas ficam, mais difícil será achar alguém em seu "nível" ou acima dele. "Simbolicamente, falta homem, sim. Falta homem capaz de acompanhar a liberação feminina", admite Cuschnir. Da nossa parte, talvez seja hora de relativizar alguns critérios - só alguns, viu? - para um futuro bem acompanhadas.

Regras de etiqueta para o encontro com os SOGRÕES!

Vamos dar algumas dicas de como se portar na frente dos queridos sogros!

  •  Planeje o look da ocasião, que deve ser básico e discreto. A menos que a reunião aconteça numa praia, não mostre demais o corpo.
  •   Início de namoro é um fogo só; portanto, contenha o impulso de se entregar aos beijinhos no sofá. Todo mundo, disfarçadamente ou não, estará reparando nas suas atitudes.
  • Seja você mesma  com uma dose extra de bom senso. Certos traços de personalidade, como mau humor e pavio curto, só devem ser mostrados a alguém com quem tenha intimidade. O que não é o caso aqui.
  • Evite se envolver em polêmicas. Discutir nesse primeiro momento passa a impressão de que você é agressiva. Também não banque a superboazinha nem fique calada demais para que não chamem (pelas costas, lógico!) de mosca-morta.
  • Coma, menina! Esse não é um bom dia para dieta. E elogie a comida! Claro, se for alérgica ou tiver pavor do prato oferecido, recuse com educação.
Isso  é somente para nós mulheres, serve também para vocês queridos homens! ;D

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Neuras sexuais

Medo de não satisfazer o parceiro, ou então, não ser desejada por ele. Apesar de as mulheres estarem quebrando certas barreiras em relação à própria sexualidade, em busca do prazer, muitas ainda convivem com alguns receios na "hora H", pensam mais no outro do que nelas mesmas.
Na cabeça da jornalista Isabela Ferreira, 24 anos, algumas ‘neuras’ se fazem presentes logo antes da relação. "Eu fico criando uma expectativa do "será". Será que vai ele gostar? Será que vai ser bom? Será que eu vou gostar?", conta. Maraísa Gila, 23 anos, também compartilha a mesma opinião. Solteira há seis meses depois de um longo relacionamento de seis anos, ela buscava saber se ele estava sentindo tanto prazer quanto ela "se ele estava curtindo o momento e estava sendo legal transar comigo", conta.
Acostumada a ser sempre um ombro amigo para a mulherada, a consultora sexual Carolina Diniz aponta que muitas delas ficam preocupadas com a opinião do parceiro caso elas queriam assumir posições sexuais mais ousadas. "Elas deixam de sentir prazer e não experimentam coisas novas, como ficar "de quatro", por conta da estética, acreditam que o homem vai reparar se o peito dela estiver caído".
Isabela é bem resolvida como seu corpo e não tem medo de mostrá-lo, mas confessa que algumas posições a incomodam. "Eu fico um pouco insegura com relação ao que ele possa pedir, algumas posições que não são lá muito agradáveis para uma mulher. Mas, se não for algo muito complicado, eu faço com o maior prazer", diz.
Sucesso na rede com o seu site "Sexo na ponta da língua", Carolina chega a se comunicar com muita gente por e-mail, mas também faz atendimentos via telefone ou pessoalmente, em lugares públicos, ao preço de 50 reais a hora. Depois de tanto ouvi-las, ela acredita que as mulheres ainda têm muito que trilhar na busca da qualidade sexual. "Ainda chegam para mim e falam que curtiram a relação mesmo sem ter tido um orgasmo, que para elas tanto faz, o principal é deixar o parceiro feliz".
Mas não é o que acontece com a representante comercial Mia Tanaka, de 43 anos. Na verdade, o seu principal medo é de ser comparada com a ex. Casada, ela capricha no visual - está sempre com uma lingerie mais insinuante para agradar o marido. "Também abuso dos acessórios eróticos e creminhos, ele adora", conta.
Na opinião de Isabela, com o passar do tempo os homens começaram a se preocupar com o prazer delas. "Eu acho que eles estão mais exigentes com eles mesmos, com relação a satisfazer a mulher na cama. Fazer com que ela goste de todas as formas possíveis", opina Maraísa. Sobre isso, a terapeuta conta que um dos seus amigos chegou a namorar cinco anos com uma mulher que não falava sobre sexo "ela tinha vergonha", e não chegava a sentir orgasmo, só a partir do sexo oral. Preocupado, ele até usava uma espécie de piercing vibratório. "Conheci um cara que até chegou a me perguntar o que eu queria que ele melhorasse na cama", diz Isabela. No entanto, Carolina afirma que muitos dos homens ainda encarnam personagens na cama e ficam preocupados com o próprio desempenho, sem saber se elas estão curtindo ou não.
"Mas acredito que hoje em dia o principal medo é falhar na 'hora H", isso é o fim para eles! E claro, a questão da ejaculação precoce. Para se ter uma ideia, depois que eu fiz uma matéria sobre o assunto, recebi mais de 1200 e-mails, um deles chegou a dizer que goza rápido, mas não tinha ejaculação precoce (risos) e veio cheio de perguntas", comenta. Apesar de ter as mulheres como a maioria dos usuários e pacientes, cerca de 70%, muitos homens a procuram para falar sobre o famoso "fio terra".
"Eles tem medo de sentir prazer na região do períneo ou com sexo anal, isso quando a parceira introduz os dedos no ânus. A próstata é um ponto G! A partir do momento que ele sente prazer através dessa prática e com uma pessoa do sexo oposto, não é considerado um homossexual. É um tabu que eles precisam quebrar". Pelo visto não é só a mulherada que convive com um "diabinho" atormentando a cabeça na hora do sexo. O importante é ultrapassar essas barreiras e imaginar que o sexo é um encontro de sensações gostosas, de descobertas, fantasias e desejos.

Dica!



A dica de hoje é o blog que está sempre atualizado no mundo televisivo. Se você quer ficar por dentro das novelas, cinema, séries e seus artistas favoriros entre ai



beijão ;*

À prova de ressaca!

Vamos mudar um pouco o rumo do assunto hoje!

Você que não resiste a alguns drinques nas festas? Então evite as dores de cabeça do dia seguinte com alimentos que diminuem a ação do álcool e desintoxicam

Esquenta

Para evitar danos às paredes do estômago - e o vexame no fim da noite-, uma refeição leve antes de beber é essencial. Opte por proteínas e saladas. Peixes e folhas verdes escuras regadas a azeite são boas opções, pois são fontes de gorduras poli-insaturadas, como ômega 3 e 6, que protegem o fígado.

Fervendo

O álcool é um diurético potente. Evite a desidratação bebendo um copo de água para compensar cada drinque. Beliscar alimentos gordurosos também está permitido nessa hora porque eles tornam a absorção do álcool mais leeeeeenta. Nozes e castanhas cumprem essa função sem comprometer sua dieta.

Amanhã

Experimente um café da manhã à base de ovo. A bebedeira agride o fígado e causa pequenas lesões. Aminoácidos como cisteína e colina, encontrados no alimento, ajudam a tratá-las. E brócolis, couve e palmito são ricos em glucosinolatos, substâncias que ajudam na regeneração celular. Reponha líquidos e sais minerais perdidos com um suco de couve batido no liquidificador com água de coco (um isotônico natural) e hortelã, que tem suave ação anestésica.


Então nada de ressaca no dia seguinte ;D

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dicas para quem quer amar... e ser amada

O homem que se dedicava ao trabalho braçal e mandava em casa está sumindo.
Assim como a mulher que ficava em casa cuidando dos filhos e da casa. Esses conceitos vêm se tornado cada vez mais nostálgicos e dando um nó na cabeça de quem pretende entender as mudanças impostas pelo mundo moderno e encontrar nele alguém especial para viver um grande amor.Certamente, amar e ser amada sempre são desejos que estiveram na lista de elaborada por muitas, ou de todas as mulheres. Mas para isso acontecer é preciso enterrar de vez o estereótipo do homem perfeito. Na verdade, ele nunca existiu. Por isso, está mais do que na hora de trocar o livro de conto de fadas pela realidade e perceber que para conviver nos tempos de hoje é necessário que a mulher esteja disposta a lapidar o parceiro e se deixar lapidar. Isso porque o grande desafio do relacionamento não é conhecer alguém pronto, mas descobrir e amadurecer o outro, para que, desse modo, ele se torne ideal.
Segundo especialistas, reclamações sobre a falta de homens no "mercado" ou sobre a fuga deles quando o assunto é relacionamento sério não faltam. Mas será que as mulheres não andam exigentes demais, esperando que o homem "caia do céu" prontinho e sem defeitos? Ou ainda, será que elas impõem regras demais no relacionamento em vez de deixar as coisas fluírem?
Para discutir essas e muitas questões sobre a posição de homens e mulheres dentro dos relacionamentos modernos, o especialista no assunto Sérgio Savian escreveu o livro "Amor e Sedução para a Mulher do Século XXI". Em formato de perguntas e respostas, o terapeuta selecionou 340 questões que podem ajudar a mulher a se posicionar melhor no complexo jogo do amor. "Trabalho nessa área há quase 30 anos e este livro é produto do meu envolvimento com o público feminino e seus conflitos. Minha intenção é ajudá-las a fazer uma boa reflexão e afiar seus ‘instrumentos’ na hora de seduzir e de se relacionar", contou Sérgio.
Na opinião do terapeuta, o mundo passou por muitas mudanças e homens e mulheres ainda buscam seus lugares dentro dele. "Antigamente as mulheres eram dominadas pelos homens. E nas últimas décadas vimos a ideologia machista ser substituída pela feminista. Ainda não encontramos uma visão imparcial que seja boa para todos. E, neste sentido, a mulher precisa olhar para o homem de uma nova maneira e parar de refletir nele sua própria imagem", comentou.
Mesmo dispostos a iniciar uma vida a dois, os homens ainda se assustam com as mudanças comportamentais. Afinal de contas, a mulher moderna tem voz ativa e compete com o sexo oposto. "As mulheres têm se tornado mandonas e, eles, homens submissos. É importante que cada um deve encontrar seu equilíbrio, para se tornar um indivíduo interessante. Qualquer tipo de polarização não produz relacionamentos saudáveis", ressaltou Sérgio.
O especialista revela também que a mulher de hoje ainda se preocupa com temas como fidelidade, traição e perdão e se mantém à procura soluções para atrair os homens, até mesmo aqueles que vivem amedrontados com os relacionamentos chamados sérios. "No fundo, o que toda mulher quer é encontrar alguém que seja companheiro, romântico e sensível, ao mesmo tempo em que ela também quer sentir-se atraída por ele", resumiu.
Algumas mulheres não concordam, mas a aparência ainda é quesito fundamental para atrair o sexo oposto. Porém, uma mulher bonita, mas carente, que cobra e critica muito, só afasta os homens. "Elas devem tratar bem de si mesmas em um sentido mais profundo. As mulheres só se tornam magnéticas e atraentes quando estão muito satisfeitas consigo mesmas", afirmou Savian. E quando namoro ou casamento anda em crise, não pense que o sexo vai resolver. "É fato que, sem ele, o relacionamento fica capenga, não cria liga suficiente para a relação. Mas se não tiver afeto, amizade e boas afinidades entre as partes, ele não sobrevive", garantiu.
Sérgio Savian não garante um final feliz, mas explica que a solução está dentro de cada mulher: "O que dá para fazer é tornar-se mais consciente de si mesma e das relações das quais participa. Só assim, a mulher deixará de se envolver com o que não serve, aprendendo a fazer escolhas cada vez melhores".